Trump, um aloprado do mal
Gilberto Natalini, Inteligência Democrática (06/06/2026)
O mundo inteiro está vendo a conduta de Donald Trump frente as questões geopolíticas e econômicas.
Em linguagem popular ele parece uma biruta de aeroporto em dia de ventania.
É claro que existe uma linha mestra dele e de seu grupo de apoio, no caminho do autoritarismo, do protecionismo e do intervencionismo.
Mas, sua estratégia de ação é recheada de factoides, ameaças, blefes e de avanços e recuos.
Ele é o presidente de uma das maiores economias do mundo, e cada vai e vem de seu governo causa prejuízo para muita gente, em particular pessoas comuns dentro e fora dos EUA.
Suas atitudes estabanadas e ridículas implicam em desestabilizar o equilíbrio mundial, quando ataca o multilateralismo com suas taxações absurdas, ameaça e invade outros países com força militar, provoca guerras e conflitos.
Dentro de seu país persegue adversários, reprime a imprensa, desrespeita o congresso e prejudica a qualidade de vida de seu povo.
Não é à toa que a maioria dos americanos já rejeitam seu governo. E o resto do mundo vê sua política externa como invasora e belicista.
Há uma base ideológica em suas ações, que condiz com o ideário da extrema direita tóxica e radical.
Mas, também há uma boa dose de distúrbio psíquico naquele que foi eleito para governar os EUA.
Suas atitudes narcisistas, sua conduta instável, seus desvios morais são conhecidos.
A presença de Trump no tabuleiro mundial é uma demonstração clara de quanto está frágil a ordem política internacional, do ponto de vista da democracia, da paz e da sustentabilidade.
E aponta quanta luta e trabalho está se exigindo da sociedade humana para colocar o planeta no rumo da liberdade, da convivência pacífica, do desenvolvimento sustentável e da equidade social.



