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Meu caro, muito bom o artigo — reflexão realmente muito potente.

Lendo aqui, fiquei pensando principalmente na ideia de tomada de decisão como esse grande norteador das organizações mais humanas, inovadoras e adaptativas. Mas talvez o ponto central não esteja exatamente no “decision making” em si, e sim nas diferentes formas pelas quais uma organização consegue avançar, construir direção e produzir decisões coletivamente.

Isso me levou muito para uma ideia de governança. Quase como um organismo vivo: uma governança dinâmica, distribuída, que se auto-observa, se autoevolui e que acaba operando também como expressão de cultura. Talvez exista algo importante justamente nessa relação entre governança e cultura — como um software invisível que orienta comportamentos, transparência, abertura emocional e capacidade de fluxo dentro das organizações.

Talvez deslocar um pouco o eixo de “tomada de decisão” para “governança” abra uma camada ainda mais profunda da discussão.

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