Meu caro, muito bom o artigo — reflexão realmente muito potente.
Lendo aqui, fiquei pensando principalmente na ideia de tomada de decisão como esse grande norteador das organizações mais humanas, inovadoras e adaptativas. Mas talvez o ponto central não esteja exatamente no “decision making” em si, e sim nas diferentes formas pelas quais uma organização consegue avançar, construir direção e produzir decisões coletivamente.
Isso me levou muito para uma ideia de governança. Quase como um organismo vivo: uma governança dinâmica, distribuída, que se auto-observa, se autoevolui e que acaba operando também como expressão de cultura. Talvez exista algo importante justamente nessa relação entre governança e cultura — como um software invisível que orienta comportamentos, transparência, abertura emocional e capacidade de fluxo dentro das organizações.
Talvez deslocar um pouco o eixo de “tomada de decisão” para “governança” abra uma camada ainda mais profunda da discussão.
Dentro de uma perspectiva histórica (e não limitada ao mundo empresarial) a inteligência coletiva pode ser esquadrinhada no desenvolvimento das diversas ciências da natureza. Como aconteceu? Bem, todos nós sabemos um pouco. Precisa haver desafios, ambientes que estimulem o intercâmbio, necessidades vitais, enigmas e ameaças, ferramentas de apoio, espírito de investigação aberto à colaboração e mobilização de recursos. Parece simples, mas não é.
A aceitação da ideia de emergência nas estruturas de organização é um baita desafio, mas inescapável! Valeu, Mauai!
Meu caro, muito bom o artigo — reflexão realmente muito potente.
Lendo aqui, fiquei pensando principalmente na ideia de tomada de decisão como esse grande norteador das organizações mais humanas, inovadoras e adaptativas. Mas talvez o ponto central não esteja exatamente no “decision making” em si, e sim nas diferentes formas pelas quais uma organização consegue avançar, construir direção e produzir decisões coletivamente.
Isso me levou muito para uma ideia de governança. Quase como um organismo vivo: uma governança dinâmica, distribuída, que se auto-observa, se autoevolui e que acaba operando também como expressão de cultura. Talvez exista algo importante justamente nessa relação entre governança e cultura — como um software invisível que orienta comportamentos, transparência, abertura emocional e capacidade de fluxo dentro das organizações.
Talvez deslocar um pouco o eixo de “tomada de decisão” para “governança” abra uma camada ainda mais profunda da discussão.
Grato, Diogo. Vou me dedicar a conversar com sua ideia do "software invisível". Isso me estimulou bastante. Abraço
Dentro de uma perspectiva histórica (e não limitada ao mundo empresarial) a inteligência coletiva pode ser esquadrinhada no desenvolvimento das diversas ciências da natureza. Como aconteceu? Bem, todos nós sabemos um pouco. Precisa haver desafios, ambientes que estimulem o intercâmbio, necessidades vitais, enigmas e ameaças, ferramentas de apoio, espírito de investigação aberto à colaboração e mobilização de recursos. Parece simples, mas não é.
Grato por comentar, sim, parece simples, a complexidade é realidade.